Depois de denunciarem o espancamento sofrido em um shopping aracajuano quando – pasmem – defendiam-se de um assalto, dois jovens acusam policiais militares de serem os agressores, pois estariam fazendo ‘bico’ no centro de vendas.
Péssima para a sociedade, mas pior mesmo para quem apanhou, a situação é terrível por expor uma faceta triste de uma polícia que está entre as mais bem pagas do país: a não manutenção da exclusividade e do respeito à farda por quem dela faz uso, no caso dos espancadores serem mesmo da PM sergipana.
Agora, o recorte na fala do coronel Brás, que faz a sua parte em termos de assessoria, é que preocupa: “é uma coisa muito confusa”. Não, espera aí! Qual a confusão? Os jovens acusam possíveis policiais. Não há confusão se houver apuração. Simples assim! O que não dá é para antecipar, através do discurso, que o caso pode não dar em nada por ser “confuso”.
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